Agora já sabem, né? CONTRAPISO está CORRETO, CONTRA-PISO está INCORRETO!!
segunda-feira, 5 de outubro de 2020
Contrapiso ou contra-piso??
Agora já sabem, né? CONTRAPISO está CORRETO, CONTRA-PISO está INCORRETO!!
Impermeabilização de fundações garante vida longa às estruturas
Por estarem expostos à umidade do solo, sapatas, radiers e baldrames precisam ser devidamente impermeabilizados. Sistemas rígidos e flexíveis podem ser utilizados
Durante a construção de uma edificação, impermeabilizar os elementos de fundação, como sapatas, radiers e vigas baldrames, é um cuidado importante para assegurar a salubridade e a durabilidade das estruturas. Ainda que não estejam expostos às intempéries, como ocorre com as lajes de cobertura, esses elementos de fundação ficam em contato permanente com a umidade do solo e, quando não tratados, conduzem a umidade por capilaridade para alvenarias e elementos estruturais.
As consequências são variadas e podem ir de destacamentos de revestimentos internos a danos estruturais mais severos. Uma patologia comum decorrente da falta de impermeabilização das fundações manifesta-se em paredes internas pintadas, principalmente nos andares inferiores. “Nesse caso, a tinta não suporta a pressão e a alcalinidade do substrato, provocando bolhas e saponificação, além do desenvolvimento de fungos e microrganismos prejudiciais à saúde”, explica o engenheiro Marcos Storte, consultor e especialista em impermeabilização de edificações.

A impermeabilização dos elementos de fundação assegura salubridade e durabilidade das estruturas (Spok83 / Shutterstock.com)
PROJETO DE IMPERMEABILIZAÇÃO
Para evitar os problemas causados pela umidade, é importante a utilização de um sistema de impermeabilização compatível com a geometria das peças e com as características de cada obra, como condições de acesso e nível do lençol freático.
De acordo com a ABNT NBR 9574:2008 - Execução de impermeabilização – Procedimento e com a ABNT NBR 9575:2010 - Impermeabilização - Seleção e projeto, a escolha pelo sistema de impermeabilização deve ser precedida de um estudo preliminar para definir as áreas a serem tratadas e as alternativas de soluções impermeabilizantes. “Os sistemas que serão efetivamente adotados são definidos em um segundo momento, no projeto básico de impermeabilização”, comenta a engenheira Maria Amélia Adissy Silveira, consultora técnica do Instituto Brasileiro de Impermeabilização (IBI).
PRODUTOS E TÉCNICAS
Entre os produtos mais utilizados para essa finalidade estão as emulsões asfálticas, os cimentos poliméricos, as mantas asfálticas e os aditivos impermeabilizantes para argamassasMarcos Storte
A principal estratégia para impermeabilizar fundações é garantir estanqueidade na interface entre as fundações e as paredes. “Entre os produtos mais utilizados para essa finalidade estão as emulsões asfálticas, os cimentos poliméricos, as mantas asfálticas e os aditivos impermeabilizantes para argamassas”, cita Storte.
Em geral, para peças de pequenas dimensões ou com superfícies muito recortadas, os impermeabilizantes moldados in loco (aplicados como pintura com trincha) costumam apresentar melhor desempenho. Já elementos de grandes dimensões ou mais suscetíveis a fissurações costumam ser tratados com mantas asfálticas pré-fabricadas.
Em sapatas, é usual o capeamento com argamassa impermeável nas laterais e topo, seguida da aplicação de tinta asfáltica. Já os radiers, que costumam ser mais extensos, costumam receber sistemas de impermeabilização flexíveis, como as mantas asfálticas, que são capazes de acompanhar a movimentação. Usadas em obras com cargas pequenas sobre solo firme, a viga-baldrame costuma ter sua estanqueidade assegurada pela aplicação de argamassa impermeável.
Marcos Storte conta que, nos últimos anos, a indústria vem ampliando seu arsenal de soluções para dar estanqueidade às estruturas. “Entre os avanços, podemos destacar as emulsões asfálticas que agora podem ser enriquecidas com polímeros, os cimentos poliméricos produzidos por um número maior de fabricantes, e as mantas asfálticas que passaram a ser fornecidas também em versão autocolante ou previamente cortadas em diferentes larguras”, diz o consultor.
FALHAS DE EXECUÇÃO
Mas de pouco adianta dispor de uma oferta tão ampla e especificar o melhor produto, se a execução da impermeabilização for malfeita. “Por isso, a recomendação é recorrer sempre a aplicadores especializados, que tenham conhecimento do projeto de impermeabilização, sejam recomendados pelo fabricante do material e possuam equipe técnica compatível com o porte da obra, oferecendo garantia dos serviços executados”, destaca Silveira.
VOCÊ SABIA?
Impermeabilização corretiva custa até quatro vezes mais que a preventiva
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Erros de construção durante a concretagem
- Adição de água na superfície: A evidência de que a água está a ser adicionada à superfície é a presença de uma grande escova, juntamente com outras ferramentas de acabamento. A escova é mergulhada em água e é “largada “sobre a superfície a ser terminada.
- Momento do acabamento: As operações de acabamento final devem ser feitas depois que o concreto tenha adquirido a sua configuração inicial e o sangramento parado. O período de espera depende da quantidade de água, cimento e aditivos na mistura, mas principalmente da temperatura da superfície de concreto. Em uma laje parcialmente sombreada, a parte em que o sol bate geralmente estará pronta antes da parte na sombra.
- Adição de cimento à superfície: Esta prática é muitas vezes feita secando o sangramento para permitir o acabamento mais rápido e irá resultar em um revestimento de cimento fino que vai quebrar ou descamar com facilidade.
- Uso de adulteração: A adulteração ou “jitterbug“ é desnecessariamente usada em muitos trabalhos. Jitterbug é uma ferramenta usada quando se despeja o concreto para empurrar o cascalho no concreto para baixo a fim de evitar que ele interfira no processo de acabamento, tornando o trabalho mais fácil. Esta prática, no entanto, cria uma camada superficial rica em argamassa de cimento. A jitterbug não deve ser permitida com uma mistura bem dimensionada. Se uma mistura dura tem que ser terminada, o uso criterioso de um jitterbug pode ser útil.
- Juntas: A causa mais frequente de rachaduras no nivelamento do terreno é o espaçamento incorreto e localização das juntas.
Dezesseis principais riscos em um canteiro de obras.
Tomada de 3 pinos, o “Novo” padrão.
Os aparelhos que usam tomadas de três pinos geralmente são sensíveis e muitas vezes queimam ou passam a dar choque, com a inversão da fase com o neutro.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Engenheiro Elétrico ou Engenheiro Eletricista???
O que causa o desconforto é como a palavra "elétrico" é vista literalmente... As pessoas sentem que tal palavra atribui a elas uma característica da 'possibilidade de dar choque', o que é correto por um lado, mas para TUDO há contradições, não é? Algumas pessoas dizem que não faz diferença, logo que outros profissionais são atribuídos justamente como Engenheiros Mecânicos ou Engenheiros Eletrônicos. Um artigo publicado pela Revista Veja utiliza a mesma linha de pensamento e cita exemplos que também seriam estranhos se fossem levados tão a sério como no caso da Engenharia Elétrica:
Usucapião ou Usocapião??
Obviamente, não perguntei o que significava. Não foi por vergonha, mas por achar que esta palavra significava algum “beneficio”.
Talvez isso seja o caso de muitas pessoas, mas são poucas que conhecem a usucapião.
Ela é um direito ou uma forma de adquirir a propriedade sobre um bem imóvel. Qualquer imóvel que não seja bem público pode ser adquirido.
Se uma pessoa usa um certo “bem imóvel” como se fosse dono por um determinado período de tempo, esta pessoa pode adquirir a propriedade deste imóvel.



